Automação industrial e segurança para a sua fábrica
CLP, linha de produção, NR12, CFTV e perímetro — projetados por engenheiros que vieram do chão de fábrica.
Máquina parada tem um custo por minuto, e você sabe qual é o seu.
A maioria das empresas de segurança e automação de Campo Grande vende câmera e alarme, e “também atende indústria”. A gente veio do contrário: começamos dentro da fábrica e trouxemos o resto junto.
João e Mário Soto são engenheiros de Controle e Automação pela PUC-PR. Mário automatizava linha de produção na Renault-Nissan. João desenvolvia o software de powertrain na Volvo. Quando a gente fala em não parar sua linha, é porque já foi a nossa.
Por que uma empresa que veio do chão de fábrica
Nós somos dois irmãos, João e Mário, engenheiros de Controle e Automação formados pela PUC-PR. Mário automatizava linha de produção na Renault-Nissan. João desenvolvia o software de powertrain na Volvo.
Na indústria automotiva, um sistema não pode falhar: ou ele para a linha de produção, ou roda no carro do cliente a 100 por hora. Não existe “amanhã a gente resolve”. Isso obriga a projetar pensando no que acontece quando falhar, não se falhar.
- Se a linha parar, o que acontece? A redundância entra no projeto, não na sorte.
- O sistema legado conversa com o novo? A gente integra, não obriga a trocar tudo.
- Quem responde quando a máquina para? Prazo de atendimento definido no contrato.
- Manutenção preventiva, para o problema não aparecer no meio da produção.
A maioria dos concorrentes vende equipamento e instala. Nós projetamos primeiro. É mais devagar no começo e mais barato no fim.
O que fazemos no seu chão de fábrica
Programação de CLP e IHM
Programamos e reprogramamos o controlador da sua máquina — Siemens, Allen-Bradley, WEG, Delta e outras. Migração de sistema antigo, tela de operação que o operador entende, integração entre equipamentos de fabricantes diferentes.
Linha de produção e otimização de processos
A gente olha a linha inteira e acha onde ela perde tempo. Automação de etapas manuais, sincronização entre estações, e o dado saindo em número — não em achismo.
Sistema de controle de qualidade
Inspeção automatizada, rejeito na origem, rastreabilidade. O problema pego na estação, não no cliente.
Sensoriamento e automação de utilidades
Bombas, iluminação, exaustão, nível, temperatura. O que hoje alguém liga e desliga na mão passa a rodar sozinho, com alarme quando sai do esperado.
CFTV com Inteligência
Câmera que entende o que vê: leitura de placa na portaria, análise por IA, imagem térmica para área sem luz. Posicionada por projeto, com imagem que serve de prova.
Proteção perimetral e controle de acesso multissite
Cerca sensora, fibra óptica e câmera detectando invasão no muro, antes de entrar. E controle de acesso facial e veicular — se você tem mais de uma unidade, tudo num sistema só. O que vale mais: vigia armado correndo sem saber para onde, ou um sistema que aponta o ponto exato da invasão e manda o vigia direto lá? A gente vende o cérebro, não o arame.
Tudo isso conversando num sistema só. É aqui que a maioria erra: compra câmera de um, acesso de outro, CLP de um terceiro — e no fim são três sistemas, três telas, três culpados quando dá problema. Integração é o nosso ofício desde a fábrica.
E ainda: redes e cabeamento estruturado, eficiência energética, consultoria em segurança e energia solar para a planta — o mesmo time, num projeto só.
Como funciona, do primeiro contato à manutenção
1.Visita técnica
a gente vai na planta, olha a linha, o parque de máquinas, o perímetro. Sem custo.
2.Projeto e orçamento
você recebe o desenho, o escopo e o preço. Se der para aproveitar equipamento que já existe, a gente aproveita e desconta.
3. Cronograma
que respeita sua produção
a obra acontece sem parar a linha, ou na parada programada. Combinado antes, não na marra.
4.Execução
com engenheiro responsável e ART emitida — responsabilidade técnica registrada no CREA, não o instalador que some depois.
5.Treinamento
operador e manutenção sabendo operar antes da gente sair.
6.Manutenção
preventiva, com quem atender definido.
Adequação à NR12 — instalação, consultoria e manutenção
Máquina sem proteção de NR12 é multa, embargo e, no pior dia, acidente. A gente faz a adequação de verdade: análise de risco, projeto das proteções (barreira, cortina de luz, intertravamento), instalação e o laudo que o auditor pede.
E depois: manutenção da adequação. Proteção de NR12 que ninguém revisa vira proteção que não protege — e a responsabilidade continua sendo sua.
Compra ou locação — você decide
A obra completa, com infraestrutura, cabeamento e equipamentos. Ou só os equipamentos, integrados ao que você já tem.
E se a ideia é não imobilizar capital, o mesmo projeto sai em locação — com manutenção inclusa e equipamento sempre atualizado. Automação e segurança viram despesa operacional, não investimento parado no balanço.
Perguntas frequentes
Vocês param minha linha para instalar?
Não, se não for necessário. O cronograma é feito para trabalhar em paralelo à produção ou na sua parada programada. Isso é combinado no projeto, antes da obra — e vira compromisso, não boa vontade.
Fazem adequação de NR12 com laudo?
Sim — análise de risco, projeto, instalação e o laudo que o auditor exige. E manutenção da adequação depois, porque proteção que ninguém revisa deixa de proteger.
Programam CLP de qualquer fabricante?
Trabalhamos com Siemens, Allen-Bradley, WEG, Delta e outras. Na visita a gente confirma o que você tem e o que dá para migrar ou integrar. Sistema legado a gente não descarta por padrão — aproveita quando vale.
Atende mais de uma unidade?
Sim. Controle de acesso e monitoramento multissite, tudo num painel só.
Compra ou locação?
Os dois. Compra a obra inteira, ou aluga o mesmo projeto sem imobilizar capital, com manutenção inclusa.
Vocês atendem fora de Campo Grande?
Sim, atendemos o interior de Mato Grosso do Sul. Fale com a gente que avaliamos o deslocamento.
Conte o problema da sua planta para um engenheiro
Sem vendedor e sem pacote pronto. A visita técnica é gratuita e você sai dela com um projeto — mesmo que não feche com a gente.
