Empresa

Dois engenheiros que vieram da indústria automotiva.

Dois engenheiros de automação industrial que resolveram sair da fábrica

A idealtech

João e Mário Soto se formaram em Engenharia de Controle e Automação na PUC-PR. Mário foi engenheiro de automação na Renault-Nissan, em Curitiba, automatizando linha de produção. João foi engenheiro de powertrain na Volvo, desenvolvendo o software que controla o motor.

Linha de produção parada queima dinheiro por minuto. E software de powertrain não tem segunda chance: ele roda no carro do cliente, na estrada, e ninguém vai reiniciar nada.

Duas disciplinas diferentes, a mesma exigência: projetar a falha antes de projetar o funcionamento. O que acontece se cair a energia. Se cair a internet. Se o equipamento pifar num feriado. Na indústria automotiva, essas perguntas são respondidas no papel, antes de a primeira peça ser instalada.
A idealtech nasceu de levar esse método para fora da fábrica. É por isso que a gente chega numa reunião com um projeto, não com uma lista de preço.

Custa mais tempo na frente. Sai mais barato no terceiro ano.
A Renault, onde o Mário trabalhou, hoje é cliente nossa.

O que custa caro se for mentira

Quatro fatos. Nenhum adjetivo.

Oito engenheiros e mais de dez equipes técnicas

Nenhum freelancer entra na sua obra. Quem instala é contratado e treinado aqui dentro, e é o mesmo que volta na manutenção.

Oito serviços, não um

Automação, segurança, redes e solar. A gente não depende de um mercado só — e continua existindo em 2036 para honrar a garantia do que instalou hoje.

Duas horas, no contrato

Portaria parada: técnico em campo em até 2 horas. É cláusula, não média. De madrugada o atendimento é por telefone, e isso também está escrito.

Quem já nos contratou

Petrobras, Raízen, Ipiranga, Renault, BTG Pactual, Plaenge, HVM. Empresa desse porte não contrata quem promete — contrata quem comprova.